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Comitê de Crise, seu nível estratégico e o papel da gestão de riscos neste processo. A quem deverá dar o suporte, a alta administração ou a gestão?

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Comitê de Crise, seu nível estratégico e o papel da gestão de riscos neste processo. A quem deverá dar o suporte, a alta administração ou a gestão?

Já falamos sobre conflito de interesses e a sigla GRC, agora, vamos começar a falar das funções e atividades das áreas estratégicas e de suporte às decisões e/ou deliberações.

Muito se fala sobre comitês, auditoria, riscos, compliance, etc. Mas e o Comitê de Crise? Porque não se preocupar com essa “vilã” (Crise) que pode assombrar a qualquer momento a Cia?

Mas antes de falarmos do Comitê de Crise, vamos abrir um espaço para colocar dois conceitos importantes, gestão de riscos e crise, para entender por qual caminho devemos pensar para garantir a integridade e eficiência do Comitê de Crise.

Gestão de Riscos: Identificação, análise e eliminação ou mitigação, a um nível aceitável, dos perigos, e os conseguintes riscos, que ameaçam a viabilidade de uma organização¹.

Crise: Momento de dificuldade ou de problemas que podem comprometer todo o andamento de um processo, um sistema ou uma organização¹.

Então agora vamos abordar o que é o Comitê de crise, quais os níveis de atuação, quem são os membros, função e responsabilidades.

O Comitê de Crise, vamos chamar de CC, é formado por executivos e conselheiros da CIA, e por isso estratégico, com o objetivo de monitorar e responder aos riscos, para reduzir os impactos causados, sendo suportado pela gestão.

O CC deve conter membros multidisciplinares ágeis, assertivos, que tragam segurança e resposta nos momentos de crise e fora deles, protegendo assim, a imagem e a reputação da CIA, com abrangência nas áreas atingidas e, como elas, darão suporte ao restabelecimento da normalidade das atividades.

A empresa que possui um comitê de Crise, consegue antever riscos e mitigá-los.

O Comitê de Crise tende a ser o setor máximo de discussão quanto aos impactos relacionados às ameaças vinculadas a CIA, sendo necessário análises de cenários, buscando e arquitetando os planos estratégicos para prevenir os riscos desses momentos ou saná-los, se a crise já está instalada.

Agora vamos analisar, o comitê de Crise no Assessoramento ao Conselho. Como seria o desempenho?

Neste caso, sabemos que pautas são decididas pelos membros do comitê, junto com um profissional de governança que estará ligado à gestão e ao Conselho. O comitê terá as informações de forma abrangente, monitorando os cenários de risco e reportando ao conselho. O conselho define o que pode e deverá ser mudado, desde um tema estratégico até medidas imediatas com relação a algum assunto que prejudique à imagem da Empresa. Somente após esse processo, com o envolvimento do Board, é levado à gestão para traçar os planos de ações que deverão ser desenvolvidos de forma satisfatória.

Neste caso, o comitê de crise, ganharia mais pela transparência e pelo envolvimento do Board?

E você, acredita em qual melhor caminho para ter um comitê de crise que realmente funcione?

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